quarta-feira, 20 de junho de 2012

Caleidoscópio.

Não é preciso apagar a luz, eu fecho os olhos e tudo vem, num Caleidoscópio sem lógica. Eu quase posso ouvir a tua voz, eu sinto a tua mão a me guiar, pela noite a caminho de casa... Quem vai pagar as contas desse amor pagão, te dar a mão, me trazer à tona prá respirar, vai chamar meu nome ou te escutar... Me pedindo prá apagar a luz, amanheceu é hora de dormir, nesse nosso relógio sem órbita. Se tudo tem que terminar assim que pelo menos seja até o fim, prá gente não ter nunca mais que terminar... Quem vai pagar as contas desse amor pagão, te dar a mão, me trazer à tona prá respirar, vai chamar meu nome ou te escutar... Me pedindo prá apagar a luz, amanheceu é hora de dormir, nesse nosso relógio sem órbita. Se tudo tem que terminar assim que pelo menos seja até o fim, prá gente não ter nunca mais que terminar. Quem vai pagar as contas desse amor pagão, te dar a mão, me trazer à tona prá respirar, vai chamar meu nome ou te escutar... Me pedindo prá apagar a luz, amanheceu é hora de dormir, nesse nosso relógio sem órbita. Se tudo tem que terminar assim que pelo menos seja até o fim, prá gente não ter nunca, Nunca, nunca, nunca. Ah! Ah! Êh! Êh!... ( ♫ )

- AAAAH, não sei, essa música diz tudo o que eu ando sentindo, não tem sentido nenhum, mas me deixa tão feliz, que eu quase posso voar, me trás boas recordações, me faz sorrir como boba apaixonada. *-*

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